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Sorvete pode ser um bom aliado para medicina

Sorvete pode ser um bom aliado para Medicina.


Quando o excesso de acidez queima o estômago (e acaba com o bom humor de qualquer um) , nada melhor do que uma taça de sorvete de creme para apagar o incêndio. Tem mais, o geladinho acalma espasmo e dores do aparelho digestivo. Tome sorvete, pois! A descoberta é do Dr. Giacomo Ideo, médico chefe do Departamento de Clinica Geral do Hospital de Como, Itália. As experiências do especialista estão causando sensação. Gastrites e até úlcera gástricas duodenais encontram alívio imediato com a saborosa terapia. Nos distúrbios digestivos, conjugam-se dois fatores: Superprodução de ácido clorídrico e uma inflamação na mucosa do estômago e intestino, com o conseqüente vaso dilatação. Ora, o leite que entra na massa do sorvete, pôr ser alcalino neutraliza a ação do ácido. "Simultaneamente o frio provoca vaso constrição, diminuindo a inflamação e irritação da mucosa", explica o Dr. Manoel das Neves, professor de Gastroenterologia da Escola Paulista de Medicina.


Sorvete é alimento e pode ser consumido o ano inteiro

"Sol, calor, verão. Tudo parece nos convidar a entrar numa loja ou passar num quiosque para deliciar um ... sorvete.

Iguaria doce e gelada, feita de suco de frutas e leite, vêm desde há 3000 mil anos – primeiramente pelos chineses e depois trazida por Marco Polo em suas viagens para a Europa (rapidamente disseminou-se na nobreza), atingindo status de uma das sobremesas mais consumidas atualmente no mundo.

O brasileiro, em sua maioria, apesar de viver em esse maravilhoso país de dimensões e grandezas de calor tropical considera o sorvete apenas uma delícia refrescante, uma eterna sobremesa somente dos tempos quentes, de sorte que as médias e grandes empresas quase triplicam as vendas nestas épocas.

No entanto, o sorvete pode ser considerado um alimento nutritivo, pois contém como seus ingredientes o grupo de macronutrientes que garantem uma alimentação saudável, tais como: os carboidratos, proteínas e gorduras, que são responsáveis pelo fornecimento de energia, além de diversos processos vitais.

Além disso, nos hospitais o sorvete vem sendo utilizado, especialmente em crianças com dificuldade de se alimentar e, por ser gelado, como ótimo analgésico, ajudando a evitar as náuseas causadas pelos tratamentos contra o câncer.

Muitos evitam esse alimento por considerarem que o sorvete é tão somente uma sobremesa muito calórica e para ser consumida somente no verão, mas o que a maioria não sabe é que quando comparada ao que costumamos consumir no dia a dia, o sorvete é a melhor opção, não só para refrescar do calor dos dias quentes mas também para melhorar o valor nutricional das pequenas refeições.

Abaixo temos um bom exemplo de como podemos nos deliciar com essa iguaria gelada sem medos e culpas:

1 bola de sorvete de flocos (100g) + 5 morangos médios (60g) +3 colheres de sopa de cereal matinal (20g) + 1 colher de sopa de mel (15g) = 345 Kcal
Enquanto, pasmem – um lanchinho rápido na rua pode ser bem mais perigoso, hein?!

1 coxinha de galinha simples (120g) + 1 copo de refresco de laranja com açúcar(240mL) = 530 Kcal
O consumo regular desse alimento pode também fornecer outros benefícios como uma excelente quantidade de cálcio, uma boa fonte de proteínas, calorias e gorduras – vindas do creme de leite e leite integral – que dão maciez e gosto ao sorvete."


Sorvete provoca gripe?

Acredita-se que os gelados provocam resfriados, dores de garganta, gripes e outras catástrofes do gênero. O que há de verdade por trás da crença?

Em função da temperatura, o sorvete pode provocar choque térmico que desencadeia vasoconstrição local em pessoas sensíveis. Sabemos que toda a árvore respiratória (faringe, laringe, traquéia, brônquios, bronquíolos) é forrada de cílios - espécie de pêlos microscópios - que se movimentam constantemente, impedindo a entrada de agentes patogênicos. São essenciais à proteção da saúde. Logo, a baixa temperatura paralisa o movimento ciliar que "varre" os invasores. Em certos indivíduos a parada é mais longa do que o normal. A circunstância permite o acúmulo de inimigos e o conseqüente desenvolvimento dos tais resfriados e gripes.

E, então, o sorvete fica proibido? Negativo. A solução para as gargantas sensíveis é tomar o gelado em pequenos bocados, deixando-o dissolver-se na boca antes de engolir.


Falando sorvete em outros idiomas

Saiba como falar a palavra sorvete em vários outros idiomas:

Português: sorvete

Inglês: ice cream

Espanhol: helado

Francês: crême glacée

Italiano: gelato

Alemão: eiscreme


Invenção do picolé

Picolé - Foi inventado em 1905 por um menino de 11 anos chamado Frank Epperson, que esqueceu no quintal um copo de refresco com uma colher dentro durante uma noite de inverno. De manhã, ele notou que a bebida e a colher haviam congelado juntas...


O sorvete no Brasil

No Brasil, os cariocas foram os primeiros a experimentar a delícia gelada que vinha ganhando o mundo. Em 1834, o navio americano Madagascar, vindo de Boston, aportou na cidade do Rio de Janeiro com cerca de 200 toneladas de gelo em blocos. O objetivo: fazer sorvete, claro! Os blocos de gelo foram armazenados com serragem em depósitos subterrâneos e conservados por aproximadamente cinco meses.

Como naquela época não havia como conservar o sorvete depois de pronto, as sorveterias anunciavam a hora certa de tomá-lo, causando alvoroço na cidade. Até as mulheres, que então eram proibidas de entrar em bares, cafés e confeitarias, resolveram quebrar o protocolo e fizeram fila para experimentar a novidade.

O sorvete começou a ser distribuído em escala industrial no país em 1941, quando nos galpões alugadas da falida fábrica de sorvetes Gato Preto, no Rio de Janeiro, instalou-se a U.S. Harkson do Brasil, a primeira indústria brasileira de sorvete. Seu primeiro lançamento em 1942 foi o Eski-bon, seguido pelo Chicabon. Dezoito anos depois, a Harkson mudou o seu nome para Kibon.

Os anos se passaram e o sorvete caiu mesmo no gosto do brasileiro. Segundo a Associação Brasileira de Indústrias de Sorvete (ABIS), em 2006 tivemos um consumo de 507 milhões de litros. Mas, apesar do aumento do consumo, a taxa em torno de 2,7 litros por pessoa ao ano ainda é baixa, se comparada com outros países de clima frio ou com a Nova Zelândia, campeã da lista. Por lá a média ultrapassa 26 litros por habitante!

Para incentivar o consumo de sorvete o ano todo e não apenas no verão, a ABIS instituiu o dia 23 de setembro como o Dia Nacional de Sorvete. Se você é fã da guloseima, delicie-se, mas com moderação. Afinal, a maioria dos sorvetes contém alto índice de gordura saturada e hidrogenada. Dê preferência aos picolés de fruta ou a outros sorvetes sem gordura, que são muito mais saudáveis.




Beneficios do Sorvete

Essa paixão de verão não é apenas uma tentação como todo mundo pensa.
O traz vários benefícios para o corpo. Não devem ser consumidos apenas como um refrescante do calor, mas para a saúde. O sorvete possui muitas características benéficas.
Ele não está apenas associado ao sabor e ao prazer, a riqueza da sua composição faz do sorvete um alimento diferenciado.
Na composição nutricional, o sorvete é importante pelas proteínas, açúcares, gordura vegetal e/ou animal, vitamina A, B1, B2, B6, C, D, K, cálcio, fósforo e outros minerais essenciais.
O valor calórico depende da matéria prima utilizada na fabricação, e da quantidade de consumo.
O que nem todos sabem é que o sorvete é recomendado pelos médicos por causa de certos benefícios.
Ele é muito bom para quem está pensando em engravidar, por exemplo. Consumir até duas bolas de sorvete por dia aumenta a possibilidade de engravidar, por causa do leite. O leite utilizado no sorvete possui um hormônio que estimula a fertilização.
Para os ossos ele serve para fortalecer. Além disso, reduz o estoque de gordura e é muito bom no combate a TPM.
Previne diabetes porque tem pouca gordura, isso diminui as chances de desenvolver diabetes tipo 2.
Por esses motivos, o sorvete não é considerado uma guloseima, e sim um alimento nutritivo e importante para a dieta balanceada e com mais energia.


Quem veio primeiro o sorvete ou a geladeira?

Você sabia que o sorvete foi inventado muito antes da geladeira e do freezer? Isso mesmo! Embora a origem dessa delícia refrescante tenha se perdido no tempo, é provável que o sorvete tenha surgido na China há cerca de 3.000 anos. No início, ele era mais parecido com a atual raspadinha, não levava leite e geralmente era feito com neve, suco de frutas e mel.
Apesar de estar cercada de lendas e muitas controvérsias, sabe-se que a história do sorvete tem uma forte ligação com a evolução das técnicas de refrigeração. Em 1100 a.C., os chineses já sabiam como conservar o gelo formado naturalmente no inverno para usá-lo durante o verão. Afinal, ninguém ia querer ficar tomando sorvete num frio de lascar, não é mesmo?

Até a criação do refrigerador mecânico, no final do século XIX, um cozinheiro, para servir sorvetes ou outras sobremesas e bebidas geladinhas em dias de calor, dependia de suprimentos naturais de gelo, retirados de lagos e rios durante o inverno ou do alto das montanhas.

Para que fosse conservado, esse gelo era armazenado em depósitos subterrâneos revestidos com materiais isolantes, como madeira, e coberto com serragem. Desde que houvesse um sistema adequado para o escoamento da água, o gelo podia ser guardado dessa forma por meses ou até anos!
Por volta do século XIII, uma outra descoberta importante sobre a refrigeração permitiu o aperfeiçoamento da produção de sorvete: a de que adição de sal ao gelo provocava uma reação química que baixava a temperatura da mistura para menos de 0ºC. A partir de então, era só pôr os ingredientes já batidos num recipiente de metal e colocá-lo dentro de um outro recipiente maior, de madeira, com a mistura de sal e gelo, que o sorvete congelava bem mais rápido!

Nessa época, no entanto, ele ainda estava longe de ter aquela textura suave que conhecemos hoje e também não levava leite nem ovos. Só em meados do século XVII, provavelmente na Itália, os novos ingredientes foram incorporados à receita. Ôpa, mas espere aí. Estamos indo rápido demais.


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